Os principais países produtores de castanha de caju incluem Vietnã, Nigéria, Costa do Marfim, Tanzânia, Moçambique, Gana, Guiné-Bissau, Indonésia e Índia, entre outros, localizados principalmente no Sudeste Asiático e no continente africano. Esses países desfrutam de climas tropicais ideais para o cultivo de cajueiros.
No Vietnã, as castanhas de caju são colhidas entre fevereiro e junho, antes da chegada da estação chuvosa. As castanhas amadurecem completamente em fevereiro e permanecem presas à parte inferior do caju. Os agricultores recolhem diariamente os cajus caídos e separam as castanhas para posterior processamento. O pico da safra ocorre em março e abril.
A época de colheita do caju na Índia vai de janeiro a junho, variando conforme a região. Os estados costeiros ocidentais de Goa, Maharashtra e Kerala iniciam a colheita em janeiro, enquanto nos estados orientais como Odisha e Andhra Pradesh, a temporada começa mais tarde, por volta de março-abril, com o fim do inverno. O momento da colheita é determinado pela separação das castanhas de caju verdes dos frutos maduros.
Na Tanzânia e em Moçambique, as castanhas de caju são colhidas durante a época principal, de dezembro a fevereiro, quando as castanhas amadurecem e podem ser separadas dos frutos carnosos. Uma segunda colheita, mais curta, pode ocorrer no final do verão em algumas regiões. No Quênia, as castanhas de caju ficam prontas para a colheita em outubro/novembro ou em abril, dependendo das variações climáticas regionais.
Na Nigéria, Costa do Marfim e Gana, o amadurecimento e a separação das castanhas do caju ocorrem entre março e julho, marcando o pico da colheita antes da chegada da estação chuvosa. As castanhas de caju cruas são colhidas manualmente quando estão completamente desenvolvidas dentro da parte inferior do caju.
Como o caju é originário do Brasil, a época de colheita se estende por todo o ano, atingindo o pico entre março e maio, período em que a produção é maior e os preços mais baixos devido à alta oferta. Os estados do Nordeste brasileiro são os maiores produtores.
Para garantir a disponibilidade constante de matéria-prima, as fábricas de castanha de caju diversificam suas compras em diferentes regiões geográficas, aproveitando os ciclos de colheita e as capacidades de produção variáveis. O estoque é complementado com importações de novas origens, como Camboja, Indonésia e países africanos, durante os meses de baixa temporada, para equilibrar os custos. As importações são distribuídas ao longo das temporadas para manter estoques de segurança suficientes nas instalações.
Os preços da castanha de caju crua flutuam a cada safra, dependendo da situação global de oferta e demanda, da qualidade da safra e dos volumes colhidos em cada região de origem. Mas, em geral, as castanhas africanas são mais baratas, variando de US$ 1.000 a US$ 1.500 por tonelada métrica, em comparação com as castanhas indianas, vietnamitas ou brasileiras de melhor qualidade, que chegam a custar de US$ 2.000 a US$ 2.500 por tonelada nos períodos de pico. A compra de contratos a termo ou futuros permite garantir o fornecimento para as safras futuras a preços estáveis.
O fornecimento de castanha de caju crua em toda a sua faixa de cultivo durante as épocas de pico específicas de cada país garante que as fábricas recebam castanhas de boa qualidade e com preços acessíveis durante todo o ano, assegurando a continuidade dos negócios.
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